Tradução e filhos: como conciliar?
Por Pricila Reis Franz em 28. Apr, 2009 | PriBi, Tradução | 26 Comments
Esse post surgiu de um tópico na comunidade “Tradutores e Intérpretes” (também conhecida como 50302) do Orkut: como conciliar a vida profissional home office de tradutor com os papéis de mãe/pai e administrador da casa (entenda-se mantê-la limpa e organizada)? Pretendo aqui ajudar outros colegas na mesma situação com algumas dicas, compartilhadas por várias almas caridosas da comunidade.

- Com bebês novinhos: use o sling. O bebê fica dormindo/mamando junto de você e suas mãos ficam livres para trabalhar.
- Faça comida para a semana toda (ou então à noite para comer no outro dia) e congele (faça para você e também a papinha do seu filho, se for bebê – congele as porções em forminhas de gelo). Você pode até gostar de comidinha feita na hora (além de ser mais saudável, claro), mas na hora do aperto, em que meia hora a mais no dia pode salvar aquele prazo do projeto em que está trabalhando, será muito melhor comida congelada do que um macarrão instantâneo com ovo cozido!
- Tire o tempo diário para os filhos. E dedique-se exclusivamente a eles, sem ficar metade com eles, metade pensando nos projetos pendentes.
- Delimite horário e espaço para o trabalho. Muitas vezes a criança não entende que os pais precisam trabalhar aquela hora e que necessitam de toda a concentração para uma boa produção. Combine então com seu filho quanto tempo vai trabalhar, ou faça seu escritório numa peça separada da casa, para que possa ficar isolado. Apele para sinais visuais (uma placa de pare ou um cartaz com um semáforo na luz vermelha, indicando que a mamãe está indisponível por um tempo). Mas realmente aproveite esse tempo longe do seu filho para trabalhar, não para ficar colocando as fofocas em dia no MSN/Twitter, entre outras distrações).
- Aproveite os momentos que os filhos dão uma folga. Esses momentos podem ser: na hora em que estão brincando sozinhos, dormindo, na escolinha, passeando com o papai, visitando os vovôs…
- Faça uso da televisão (de maneira eventual, sadia e consciente): alguns canais possuem bons programas/desenhos educativos, que divertem a criançada e ensinam ao mesmo tempo. Você pode escolher alguns DVDs também. Aproveite esse momento (uma, duas horas no máximo por dia) para trabalhar. Só não vale largar o dia inteiro a criança na frente da tv sem nem ao menos saber o que ela está assistindo.
- Filho é parte da família, não é “rei” ou “rainha” do pedaço. Embora nosso amor por esses pequenos seres seja incondicional, eles precisam entender que fazem parte da família, e não que podem ser um projeto de “tirano emocional”. Isso faz mal para os pais e, principalmente, para a criança (alguém precisa ensiná-la a aceitar os “não” que a vida vai lhe dar…). Há vários livros que tratam do assunto. Busque orientações e técnicas para lhe ajudar.
- Organize-se e não procastine. Muitos tradutores só conseguem trabalhar “sob pressão”, ou seja, quando o prazo para entrega do projeto já está batendo na porta. Organize-se, do seu modo. Faça listas de coisas para fazer, se isso lhe ajuda. Aqui vale a velha máxima: não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje. Falando em ditados, outro que se encaixa muito bem a tradutores que se tornam papais e mamães:
- A dor ensina a gemer: quanto mais tarefas, mais se arruma tempo. Naturalmente você verá que conseguirá fazer muito mais do que fazia antes dos filhos chegarem. Tudo é questão de prioridade.

- Surgiu trabalho além da cota? Prazo apertadíssimo? Conte com terceiros caso não dê conta ou surja um imprevisto: papai, faxineira, baby sitter, avós, tios, escolinha.
- Tenha um plano B para emergências (essa vale não só para quem tem filho): aceitou um projeto de médio-longo prazo e de repente, o filho (ou até você) ficou doente, e não há forma de trabalhar. Entre em contato com o cliente explicando a situação e, de preferência, já indique alguém capacitado (e disponível!) para assumir seu lugar.
- Faça uso dos dispositivos móveis. Que tal traduzir, entrar em contato com o cliente ou fazer a lista de compras/tarefas pelo celular enquanto espera o filho terminar a aula de inglês ou de natação?
- Aproveite a noite, hora mais tranqüila. Mas não se esqueça também de sair, encontrar amigos, namorar…
- Com crianças pequenas em idade de correr pra lá e pra cá, ou que já brincam sozinhas: monte uma área de brincadeira perto de onde trabalha, que você consiga enxergar e que eles te vejam. Assim você consegue sentar e ir traduzindo, mesmo que pare de vez em quando. Ou então delegue “tarefas”, “lições” para eles fazerem sozinhos,
- Cuide do seu instrumento de trabalho: não permita que seus filhos usem a máquina em que você trabalha como computador para brincar, navegar na internet, conversar. Compre mais um (ou dois, dependendo da quantidade de filhos) exclusivamente para isso. Afinal, tudo o que você não quer é um computador cheio de vírus ou que aquele projeto que está com o prazo encerrando simplesmente suma de vista, não é?! (sugestão do tradutor Robert Finnegan, pai de 10 filhos)
E não esqueça do mais importante: procure aproveitar muito esse tempo da infância, pois passa muito rápido. Com toda a certeza vale totalmente o esforço de dividir o tempo e cuidar deles enquanto estão em casa. É bom demais para eles e é uma delícia para nós.
Para terminar, deixo a sábia citação que a tradutora Diva Kiehl fez, “A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo. (…) Ser ‘desnecessária’ é não deixar que o amor incondicional de mãe, que sempre existirá, provoque vício e dependência nos filhos, como uma droga, a ponto de eles não conseguirem ser autônomos, confiantes e independentes. Prontos para traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas frustraçóes e cometer os próprios erros também.
A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical. A cada nova fase, uma nova perda e um novo ganho, para os dois lados, mãe e filho. Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse vinculo não pára de se transformar ao longo da vida.
Até o dia em que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família e recomeçam o ciclo. O que eles precisam é ter certeza de que estamos lá, firmes, na concordância e na divergência, no sucesso ou no fracasso, com peito aberto para o aconchego, o abraço apertado, o conforto nas horas difíceis.
Pai e mãe- solidários- criam filhos para serem livres. Esse é o maior desafio e a principal missão. Ao aprendermos a ser desnecessários, nos transformamos em porto seguro para quando eles decidem atracar. (Marcia Neder)”
Se você tiver outras sugestões e dicas, entre em contato.
Experimente também:
- Tradução: como começar na profissão?
- Como exportar Memórias de Tradução (.wstm) do Idiom Worldserver
- Revisão de Testes de Tradução
- Google Books Search a serviço da tradução
- Nova versão do xBench (ferramenta gratuita para pesquisa em memórias de tradução)










Otimas dicas! Para quem tiver filho maior e/ou varios (a minha esposa e eu criamos 10 filhos e foi otimo eu poder trabalhar em casa estes anos todos!) diria fundamental comprar um computador ou ate dois para os filhos, para que eles NUNCA cheguem perto do seu instrumento de trabalho!
Pricila,
vc é minha ídola. Não sou mão nem pretendo tão cedo, mas sabe-se lá porque fiquei aqui lendo seu artigo com a maior atenção do mundo! hehehe
Parabéns! Além do artigo, é claro, percebo que vc foi mto esperta em pensar nessas coisas todas.
Bjs!
Sou tradutor independente nos EUA, e também, pai sozinho com uma filha de 10 anos. Faz anos que ja trabalho igual algumas dessas recomendações: tenho escritório próprio em casa, tiro tempo para passear com minha filha e nosso cachorro depois a escola case todos os dias, e durante as ferias dela, trabalho mais a noite, aproveitando o dia com minha cria. Tem computador, televisão e nintendo no escritório, caso que tenho que trabalhar quando a menina está em casa. Cozinho arroz e feijão bastante por uma semana e usamos o micro-ondas frequentemente para esquentar a janta, etc.
Arrumar meu tempo e manter uma rutina pode ser difícil, as vezes, mas acho esse tipo de trabalho o melhor no mundo para quem é pai com filhos. Posso tirar um dia de folgo para participar em eventos na escola, e ate ensinei espanhol na escola dela o ano passado, como voluntário, uma vez por semana. Durante o verão, trabalho ate meio dia, e vou patinhar de rodas na rua com ela pela tarde, trabalho mais a noite, olhando televisão com ela.
A única coisa que não consigo fazer e sair a noite, ter amigos ou namorar…Quem dera, ne…
Se meu português esteja ruim, me desculpa, traduzo de português, espanhol e francês ao inglês, e não na outra direção.
Ótimas dicas, Pricila!
A propósito dos “sinais visuais” de que você está trabalhando, isso me lembrou de um livro escrito por um jornalista que passou a trabalhar em casa. Depois de tentar em vão que a família compreendesse que ele estava em casa, mas não disponível, ele passou a fazer o seguinte: colocava uma gravata quando começava a trabalhar. E funcionou!
Pricila
Muito bom, parabéns! De forma prática, objetiva e sensata você conseguiu resumir muito do que pode ser a nossa vida menos caótica e estressante.
Eu sempre usei a organização e o planejamento a meu favor. Se não fosse assim, não teria conseguido.
Criei dois filhos – hoje com 18 e 14 anos – trabalhando muito como tradutora, tanto fora quanto em casa. Já passei por todas essas fases que você tão bem descreveu aí. Não é fácil? Não. Mas não é impossível, e pode até ser bem legal e bom para todos os lados.
Hoje talvez sinta meus filhos mais independentes e autônomos (e graças a Deus criaturas do bem!) por tê-los acostumado desde cedo a uma rotina que envolvia trabalho, estudo e tempo para eles. Ninguém ficou ‘carente’, sentiu-se ‘menos’ ou ficou desajustado. Pelo contrário. Contribuíam como podiam, entendiam e também souberam ‘cobrar’ o que lhes era de direito. havia tempo para tudo e para todos. Hoje, claro, há mais tempo para mim em função da idade deles.
Ainda hoje minha rotina de trabalho e estudo corre paralelamente à rotina deles de estudo e viagens por causa do esporte, que sempre que posso tento acompanhar, seja levando trabalho a tiracolo, seja me dando o direito de descansar alguns dias. Procuramos estar juntos o máximo que podemos, fazer pelo menos uma refeição do dia juntos e habitualmente saímos para jantar e ter tempo de botar os assuntos em dia em um ambiente tranquilo e diferente da casa.
As viagens são nosso grande prazer. Mesmo com a mamãe algumas horinhas por dia traduzindo no netbook
Ótimas as palavras da Diva e da Marcia Meder. Não somos perfeitas e é desejável mesmo não sermos. Além de mães/pais, é importante que desde cedo os filhos nos enxerguem como pessoas.
Um beijo,
Min
Pricila,
Ótimo tema (e dicas). Aqui em casa somos dois tradutores, eu e meu marido, com três filhos de 12 a 1 ano de idade. Em geral, quando temos que trabalhar em horários em que eles estão em casa, nos revezamos para ficar com eles, pelo menos com o pequenino, porque as meninas já são mais independentes e até ajudam com ele (mas é claro que também solicitam cuidados e atenção).
Com todas as adaptações necessárias no espaço físico da casa e na rotina da família, além dos altos e baixos financeiros decorrentes do excesso de ovos no mesmo cesto (dois autônomos no mesmo mercado), tenho plena certeza do acerto da nossa opção. Não tem preço o fato deles entenderem e de certa forma participarem do nosso trabalho ou os horários que permitem que toda a família nade junta duas vezes por semana. Acho que os benefícios, tanto de ter filhos quanto de trabalhar em casa, superam imensamente os sacrifícios!
um grande abraço,
Denise
Oi, Priscila
Muito bom o seu artigo.
Tenho um filho que completa seis anos em maio próximo. E instintivamente fiz uso dessas suas dicas. Só parei de trabalhar quando fui para a maternidade. Hoje tenho um “combinado” (é a palavra a escola usa também) com ele. Tenho o meu espaço e ele sabe que não pode “invadir” sem a minha permissão.
Não tenho uma sala ou um lugar isolado para trabalhar, minha mesa fica na sala de visitas. Na parte da manhã, acordo primeiro e começo a trabalhar. Quando ele acorda dou toda atenção: enquanto troca o pijama, toma café e auxilio quando ele tem lição de casa. Depois disso, ele brinca ou assiste TV enquanto continuo meu trabalho.
Paro por volta das 11h, pois é o horário que antecede a hora da escola, e aí tem banho, uniforme, lancheira, almoço, etc. Levo-o para a escola e à tarde aproveito tanto para trabalhar com mais afinco e concentração, quanto para fazer outras tarefas como ir ao banco, dentista, médico, etc. Já para as tarefas domésticas, tenho uma pessoa que vem três vezes por semana para deixar a casa em ordem. Na parte da comida faço mais ou menos como você sugere, mas tenho a sorte de morar com uma irmã que também me ajuda nessa parte. Faz a comida a noite para que eu possa ficar tranqüila no dia seguinte.
Esse arranjo tem funcionado bem e acho ótimo poder acompanhar o desenvolvimento do meu filho e ajudá-lo nas tarefas, ver as descobertas que ele faz: um novo bicho no quintal, uma nova luta do Max Steel, etc. Além, é claro, da hora do dengo, do carinho. Ele, às vezes, aparece do nada e vem com um abraço apertado e um beijo amassado. Foi o que aconteceu enquanto estava escrevendo aqui. E isso, para uma mãe, não tem dinheiro que pague!
Parabéns pela iniciativa.
Abraços
Oi, Priscila,
Adorei todas as dicas. Tenho um filho de 6 anos e trabalhar em casa, mesmo com todas as dificuldades, tem sido um privilégio.
Tudo de bom,
Ana
- Amã
Muito bom o texto. Parabéns.
Oi, Pricila!
Os dois trabalharem em casa não é fácil, mas compensa. Muito.
Lembrei de mais uma dica: para filhos bem pequenos, se o quarto em que eles dormem fica longe do seu “canto de trabalho” vale muito a pena criar um lugar para eles dormirem pertinho de você, especialmente com uma criança já mais pesadinha que não dá pra carregar no sling o dia inteiro. Desse modo vc não precisa levantar a cada barulhinho para ver o que está acontecendo. Pode ser somente um bebê conforto (aqueles que se usa no carro e balançam são ótimos e ainda dá pra balançar com o pé enquanto a gente digita).
O sling é fundamental até uns 2 anos, pois é uma grande ajuda pra manter tranqüila uma criança doente que só quer colo justamente naquela semana em que você tem um trabalho urgente e enorme para entregar.
Ai, que delícia morar na praia em Floripa!
Pricila,
olá! Sou novo por aqui, mas não-tão novo naquele referida 50302.
Achei interessantíssima sua idéia de organizar o material do forum como uma mensagem sua.
Estive, junto com amigos, em projetos de tradução de média escala e um dos referidos amigos era uma amiga com 2 (!) filhos e quase nenhum tempo. Como foi possivel?
Ela adotava uma técnica bem diferente e não-copiável (pra maioria): por ser parcialmente insone, as crianças dormiam e ela trabalhava à noite. Resultado: Ela ganhava de uma vez e meia a duas vezes mais tempo para traduzir, afinal também sobravam partes do dia em que os pequerruchos estavam ‘na boa’.
Recomendarei seu blog a ela. Acredito que ela posteriormente dará o ar de sua graça por essas bandas.
Abraço,
Mateus aka Nikkolai Hel
Parabéns pelo texto!
Tenho um nenino de 7 anos uma menina de 6 meses e parei de trabalhar fora para cuidar deles, mas preciso trabalhar em casa pra ajudar no orçamento e ter um dinheiro pra mim também. O q sei fazer é traduzir textos de inglês para português e vice-versa, pois como secretária era uma das minhas funções (traduzia contratos, acordos, etc), porém não sei por onde começar. Gostaria de saber como faço para trabalhar em casa com tradução, por favor. Não necessariamente só com documentos, mas qualquer tipo de texto.
Um grande abraço!
Denise.
Desculpe, leia-se “menino”.
Oi Denise,
Tudo bem? Desculpe a demora em te responder, mas é que decidi fazer um post no meu blog com as tuas dúvidas (uma outra pessoa também me procurou com questões semelhantes). Você pode conferir minha resposta em:
http://migre.me/my6I
[...] alguns clientes que mandam vários projetos para serem traduzidos numa ferramenta de auxílio à tradução (CAT) chamada Idiom Worldserver Desktop Workbench. A ferramenta é até interessante, mas sempre me [...]
Boa, Robert! Instrumento de trabalho tem ser trancado a sete chaves!
Agora, vem cá… Dez filhos? Todos naturais? Parabéns, fato cada vez mais raro hoje em dia… Fico imaginando a felicidade que sinto com a minha pequena, multiplicada por 10!
Volte sempre!
Ellen,
Obrigada, mas a esperteza não é só minha não! A maior parte das sugestões é do pessoal da comunidade do Orkut. Tudo o que fiz foi organizá-las!
Eu também não quis filhos cedo. Decidi que teria depois do mestrado. Agora com a Isabela me dando tamanha felicidade, penso que poderia ter tido muito antes!
Oi, Bete!
Eu ainda não precisei usar os sinais, a Isabela é pequena. Mas acredito que isso é o mesmo caso do tradutor que precisa se “vestir para trabalhar” em casa, caso contrário, não consegue se concentrar… Memória visual para esse pessoal!
Oi, Tony!
Legal seu trabalho voluntário! E parabéns por ser um pai (sozinho ainda!) tão dedicado a sua filha!
Como moro na praia, então todo dia (quando o tempo está bom) tem a hora da areia! É uma delícia!
Min, no final das contas, é isso que importa, não é verdade?! Ter certeza de que os filhos estão sendo bem criados! Sabe, e nem é esse bicho de sete cabeças que o pessoal às vezes pinta.. Tem um ou outro dia mais complicado, mas no geral, é uma beleza!
Oi Rogéria!
Que bom que você gostou do artigo! É verdade, toda essa correria compensa pela felicidade de ver o desenvolvimento dos nossos filhos! E esses beijos que chegam do nada, valem mais do que qualquer doce do mundo! Legal ver como cada tradutor se vira.. Somos todos malabaristas da vida!
Denise,
Muito interessante seu depoimento, pois a nossa meta é que futuramente nós dois trabalhemos em casa. Exemplos assim nos encorajam, nos fazem ter certeza de que estamos no caminho certo. E todo mundo nadar junto duas vezes por semana deve ser maravilhoso! A Isabela faz natação para bebês e já é o máximo!
É ótimo poder aproveitar, não é, Ana? Beijos e volte sempre!
Aliás, essa imagem resume bem porque vale a pena o sacrifício: http://migre.me/KS4
Denise, não consigo imaginar como as mamães se viravam antes do sling, hehehe! Valeu pela dica!
Mateus,
Bem-vindo! Não sou insone, mas gosto de ir dormir tarde (lá pela 1h), então tenho pelo menos 4h de trabalho depois que a Isabela vai dormir. Com mais as 3h que ela dorme durante o dia, já dá um boa jornada diária…